Selecionamos as perguntas mais comuns dos nossos pacientes. Se a sua dúvida não estiver listada, fale com nossa equipe.
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A resposta depende de quantos fios já foram perdidos, da densidade capilar do paciente e da avaliação da área doadora. Cada caso é individualmente avaliado. A maior parte dos pacientes realiza apenas uma sessão; nos casos mais avançados, programa-se uma segunda sessão após cerca de 1 ano.
Sim. O transplante capilar é uma cirurgia que exige habilidade técnica, senso estético apurado e conhecimentos específicos. Dr. Gustavo Martins é especialista em Dermatologia, membro da Associação Brasileira de Restauração Capilar e pioneiro da técnica FUE no Triângulo Mineiro.
É a técnica mais utilizada atualmente. Envolve a extração individual de unidades foliculares — agrupamentos naturais de 1 a 4 fios — da área doadora, geralmente posterior ou lateral da cabeça, geneticamente resistente à queda.
Sim. Os folículos transplantados preservam a memória genética da área doadora e continuam crescendo cabelo saudável ao longo da vida, mesmo após implantados em áreas calvas.
Utilizamos anestesia local em conjunto com leve sedação, eliminando o desconforto durante o procedimento. No pós-operatório, analgésicos e anti-inflamatórios controlam qualquer desconforto. A maioria dos pacientes descreve a experiência como confortável.
Os primeiros sinais aparecem por volta do 4º mês, com crescimento progressivo até o resultado final, geralmente visível entre 10 e 12 meses após a cirurgia.